- E então? – perguntou ela – Na sua cama, ou na minha?
- Tecnicamente, sua cama é minha também.
Ela o chamou com um gesto do dedo indicador e desapareceu pelo corredor. Ele subiu os degraus rapidamente, despindo-se pelo caminho.
Quando chegou já completamente despido ao quarto, olhou ao redor e soube que estava em apuros.
A luz estava apagada, apenas velas aromáticas iluminando o ambiente, uma música sensual tocando ao fundo.
Sara indicou a cadeira atrás da qual estava parada. Ele sentou-se, e ela amarrou-lhe as mãos para trás levemente com uma echarpe de seda, fazendo-o prometer que não se soltaria. Colocou-se então na frente dele, sorrindo-lhe sedutoramente.


